Culturalmente os brasileiros tendem à vitimização, não posso falar se essa onda é mundial, porque sempre morei aqui. Mas aqui, somos uma fábrica de coitados e vítimas. Eu sou suspeita a falar sobre esse assunto porque não tenho a mínima paciência com vítimas. Sempre me espelhei nas pessoas guerreiras, que apesar de qualquer situação deram a volta por cima, encararam seus problemas de frente. Nunca gostei de pessoas que se escondem debaixo da mesa, ou atrás de seus problemas. O Brasil é um país hipocondríaco! A sociedade médica usa uma nomenclatura para alguma situação, aparece na capa da Veja e todo mundo tem a tal “nova doença”! Observem a depressão! Depressão é doença psiquiátrica, neurológica. Mas tanta gente usa a depressão conceitual, de tristeza e emoção e aquilo vira uma muleta para a vida inteira! Eu sou radical, já que é doença tem que procurar um médico e não colo. Banalizaram tanto o termo, que hoje em dia olho com desconfiança quando me falam que alguém está deprimido! Estresse… Quem não anda estressado hoje em dia? A vida é corrida, ela não vai parar para te esperar mesmo. Mas existem pessoas que realmente sofrem de estresse, que acarretam em doenças auto-imunes, doenças de pele. Não agüento usar uma doença para justificar a cobrança diária, diminuir a responsabilidade. Isso todo mundo tem, todo mundo tem uma dor de estômago quando está ansioso, quando tem muita coisa para fazer e resolver.
Isso é da sociedade moderna, doente para mim seriam quem está apática a toda evolução, correria, cobranças. Isso sim seria doença! Mas as pessoas recorrem ao caminho mais fácil que é a vitimização. Bullying… Por que foram dar nome para isso! Agora tudo que acontece com um indivíduo adulto foi porque o coitado sofreu bullying na escola. Eu acho uma maneira linda de isentar os pais da sua responsabilidade na criação. Os pais precisam ensinar seu filho a se impor, mostrar que independente da sua situação, que ele não é melhor ou pior, mas igual a qualquer um. Ensinar a criança a se proteger, elevar sua estima. O trabalho da estima da criança começa em casa! Pela minha experiência no período escolar, o tal Bullying acontecia não por motivos pré estabelecidos, mas pelo ponto fraco de cada criança. As outras crianças observavam o que incomodava o colega e usava isso para atormentá-lo. Não era necessariamente um preconceito, e sim uma vulnerabilidade. Minha mãe sempre foi dura, mão de ferro mesmo. Sempre me mostrou com clareza nossa situação e sempre trabalhou de maneira brilhante minha estima, confiança e independência. Estudava numa escola particular, classe média alta e morava em bairros, chegava de ônibus ou algum carro bem velho, não tinha roupas das famosas marcas da época que eram: Pakalolo, Bicho Comeu, Bee e nem a famosa mochila da Company. Quando tinha, era de algum primo que foi passando até chegar a mim. E isso nunca abalou minha confiança, porque minha mãe sempre me mostrou que podia me vestir bem e ser aceita independente da marca da roupa, e sim das minhas atitudes e posicionamentos. Mas hoje em dia é assim: Tadinho mas é pobre, coitado não vai bem na escola porque não tem um caderno de capa dura. Muito mais fácil vitimizar do que tratar do problema real. E poupando a criança, mais ela se torna alvo das outras crianças. Temos que ensinar para nossos filhos a coragem, a confiança. Acho que Bullying é preguiça dos pais. Não é porque é pobre que não pode ter um caderno bacana, compra um caderno baratinho no supermercado e faz uma montagem legal, bem encapada! Ser pobre e vestir mal são coisas opostas. No terceiro ano do segundo grau eu fazia grande parte das minhas roupas. Reaproveitava ao máximo o que eu tinha.
Os pais às vezes não têm condição de comprar um livro, e a criança não aceita a cópia. Primeiro que isso não existe, porque a criança tem que saber a realidade dela, mas os pais podem colocar uns adesivos bacanas na cópia, colocar um espiral colorido. Mas não transforme seu filho numa vítima da sua situação! Meu filho tem três anos, e ele é bem tímido, descobri um jeito de ele ficar extrovertido que é simplesmente passar gel no cabelo dele e arrepiar! Ele fica super confiante, super feliz! Precisamos identificar as potencialidades de nossos filhos e principalmente as dificuldades deles. Nossa função é nortear nossas crianças! Nós pais, tendemos a não enxergar os defeitos de nossos filhos e infelizmente fechar os olhos para isso não vai tratar do problema. O pai que não faz o filho chorar hoje vai chorar por ele amanhã. Observe se seu filho tem atitudes de maldade, de intolerância e trabalhe nisso nele. O pai que é condizente com todas as atitudes de seu filho é tão prejudicial para formação do seu caráter, quanto um pai que é durão demais. Isso é provado e divulgado. Não são minhas palavras, mas do psiquiatra e educador Içami Tiba no livro Educar para Crescer. Outro trecho do livro incrível ele diz: “Muitos pais, em nome do AMOR, deixam de cobrar coisas que precisam cobrar e ficam poupando os filhos; o amor é poupar, nessa linguagem de excesso de amor estraga. O verdadeiro amor tem que educar a outra pessoa e, para educar, muitas vezes, é preciso ajudar a organizar a vida, ajudar o filho a fazer o que ele é capaz. Mas os pais ficam poupando e acabam estragando seus filhos, em vez de ajudá-los”.
Isso é da sociedade moderna, doente para mim seriam quem está apática a toda evolução, correria, cobranças. Isso sim seria doença! Mas as pessoas recorrem ao caminho mais fácil que é a vitimização. Bullying… Por que foram dar nome para isso! Agora tudo que acontece com um indivíduo adulto foi porque o coitado sofreu bullying na escola. Eu acho uma maneira linda de isentar os pais da sua responsabilidade na criação. Os pais precisam ensinar seu filho a se impor, mostrar que independente da sua situação, que ele não é melhor ou pior, mas igual a qualquer um. Ensinar a criança a se proteger, elevar sua estima. O trabalho da estima da criança começa em casa! Pela minha experiência no período escolar, o tal Bullying acontecia não por motivos pré estabelecidos, mas pelo ponto fraco de cada criança. As outras crianças observavam o que incomodava o colega e usava isso para atormentá-lo. Não era necessariamente um preconceito, e sim uma vulnerabilidade. Minha mãe sempre foi dura, mão de ferro mesmo. Sempre me mostrou com clareza nossa situação e sempre trabalhou de maneira brilhante minha estima, confiança e independência. Estudava numa escola particular, classe média alta e morava em bairros, chegava de ônibus ou algum carro bem velho, não tinha roupas das famosas marcas da época que eram: Pakalolo, Bicho Comeu, Bee e nem a famosa mochila da Company. Quando tinha, era de algum primo que foi passando até chegar a mim. E isso nunca abalou minha confiança, porque minha mãe sempre me mostrou que podia me vestir bem e ser aceita independente da marca da roupa, e sim das minhas atitudes e posicionamentos. Mas hoje em dia é assim: Tadinho mas é pobre, coitado não vai bem na escola porque não tem um caderno de capa dura. Muito mais fácil vitimizar do que tratar do problema real. E poupando a criança, mais ela se torna alvo das outras crianças. Temos que ensinar para nossos filhos a coragem, a confiança. Acho que Bullying é preguiça dos pais. Não é porque é pobre que não pode ter um caderno bacana, compra um caderno baratinho no supermercado e faz uma montagem legal, bem encapada! Ser pobre e vestir mal são coisas opostas. No terceiro ano do segundo grau eu fazia grande parte das minhas roupas. Reaproveitava ao máximo o que eu tinha.
Os pais às vezes não têm condição de comprar um livro, e a criança não aceita a cópia. Primeiro que isso não existe, porque a criança tem que saber a realidade dela, mas os pais podem colocar uns adesivos bacanas na cópia, colocar um espiral colorido. Mas não transforme seu filho numa vítima da sua situação! Meu filho tem três anos, e ele é bem tímido, descobri um jeito de ele ficar extrovertido que é simplesmente passar gel no cabelo dele e arrepiar! Ele fica super confiante, super feliz! Precisamos identificar as potencialidades de nossos filhos e principalmente as dificuldades deles. Nossa função é nortear nossas crianças! Nós pais, tendemos a não enxergar os defeitos de nossos filhos e infelizmente fechar os olhos para isso não vai tratar do problema. O pai que não faz o filho chorar hoje vai chorar por ele amanhã. Observe se seu filho tem atitudes de maldade, de intolerância e trabalhe nisso nele. O pai que é condizente com todas as atitudes de seu filho é tão prejudicial para formação do seu caráter, quanto um pai que é durão demais. Isso é provado e divulgado. Não são minhas palavras, mas do psiquiatra e educador Içami Tiba no livro Educar para Crescer. Outro trecho do livro incrível ele diz: “Muitos pais, em nome do AMOR, deixam de cobrar coisas que precisam cobrar e ficam poupando os filhos; o amor é poupar, nessa linguagem de excesso de amor estraga. O verdadeiro amor tem que educar a outra pessoa e, para educar, muitas vezes, é preciso ajudar a organizar a vida, ajudar o filho a fazer o que ele é capaz. Mas os pais ficam poupando e acabam estragando seus filhos, em vez de ajudá-los”.
Assistencialismo serve para o governo, não para os pais. Se você garantir o básico para seu filho, ele será básico. Nossa função é integral. No físico e no emocional da criança, preparar a criança para vida e não apenas amparar. Se sua desculpa para omissão na educação do seu filho é o estresse ou a depressão te indico um médico e rápido! O conceito educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento, educar é estimular o raciocínio, aprimorar o senso crítico, as faculdades intelectuais, físicas e morais. Seu filho está crescendo, cada dia que você negligencia é uma oportunidade a menos. Não esconda debaixo da mesa ou atrás de nomenclaturas médicas para ignorar ou justificar sua ausência. “É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais.” - Coelho Neto

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